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Escuro, claro, vespertino!

  • Ailton Anamogutus
  • 19 de jul. de 2023
  • 1 min de leitura

Atualizado: 31 de jul. de 2023


Créditos de imagem: Google (autor desconhecido)

Frio, frio, frio. Que corta dentro do peito vazio. Que gela pela noite, em teu interior, escura. Que cerca teu corpo durante a grande procura.


Noite, noite, noite. Que pune teus podres como um açoite. Que te derruba agora, para o futuro, afim de que esteja mais forte. Que te mostra o caminho que foi andado pelos consortes.


Lua, lua, lua. Que mostra a você sua face mais obscura. Que faz seu papel, ceifa sua cabeça, em trazer-te ensinamentos. Que te derruba a propopósito de que tu conheça os tormentos.


Outro mundo, mundo, segundo mundo. Viaje pelo teu interior negro mais profundo. Não peça o perdão, a alma do morinbundo, agindo pelo enfrentamento. Morrendo e renascendo tudo não se transformará meramente a qualquer momento.


Ailton Anamogutus

 
 
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Resolvi sair da árvore, dividir minha magia, soprar o suspiro dos Deuses.
Dessa forma espero cumprir meu destino junto ao Divino, pois sou uma coruja e meu papel no mundo não é guardar minha sabedoria, mas 
dividi-lá com os filhos da terra, os filhos da senhora das jornadas e de tantos outros Deuses antigos!

Sintam-se acolhidos, dentro deste ambiente sagrado, abençoados sejam três vezes!!! Adentrem o caldeirão da Anciã da floresta e apreciem a viagem ao seu próprio interior.

Saudada seja Cerridwen!

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A obra autoral de Ailton Anamogutos está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

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