Escuro, claro, vespertino!
- Ailton Anamogutus
- 19 de jul. de 2023
- 1 min de leitura
Atualizado: 31 de jul. de 2023

Frio, frio, frio. Que corta dentro do peito vazio. Que gela pela noite, em teu interior, escura. Que cerca teu corpo durante a grande procura.
Noite, noite, noite. Que pune teus podres como um açoite. Que te derruba agora, para o futuro, afim de que esteja mais forte. Que te mostra o caminho que foi andado pelos consortes.
Lua, lua, lua. Que mostra a você sua face mais obscura. Que faz seu papel, ceifa sua cabeça, em trazer-te ensinamentos. Que te derruba a propopósito de que tu conheça os tormentos.
Outro mundo, mundo, segundo mundo. Viaje pelo teu interior negro mais profundo. Não peça o perdão, a alma do morinbundo, agindo pelo enfrentamento. Morrendo e renascendo tudo não se transformará meramente a qualquer momento.
Ailton Anamogutus









